É
assim que te quero,
na
fome do meu desejo
e
que venha como és,
nu,
das palavras,
dos
julgamentos,
da
censura que te habita.
Venha
nu, e me despe,
com
esses olhos famintos,
com
essas mãos ávidas
de
desbravar o meu corpo.
Venha
assim mesmo,
sem
máscaras,
nada
que te vede,
que
te cubra o corpo,
venha
e me decifre,
que
eu farei o mesmo...